terça-feira, 26 de junho de 2012

A correnteza.



Houve um dia, em que o sol e a lua se encontraram em um alimento perfeito, e era dia de se pensar em mistérios e aventuras.
Na imaginação fértil de Ária que era a princesa do lugar já imaginava bruxas, castelos, príncipes e aventura; pensava em cavalos brancos voando no céu, águas lhe envolvendo e lhe carregando para outra dimensão.
Um dia em seu quarto ela estava dormindo quando surgiu um lindo menino com uma flauta tocando delicadamente, ária achou que era mais uma de suas imaginações, mas ela ficou curiosa e foi ver mais de perto esse menino lindo de sorriso largo e olhos doces e azuis, lá foi ela até a varanda e tocou o rosto do belo menino devagar... Assustou-se!  Ao perceber que aquele menino era muito real e ele largou a flauta e acariciou seu rosto branquinho, olhou bem fundo nos seus olhos verdes e disse:
_você é mais linda que todas as manhãs, tenho que te encontrar de verdade... Eu vou te encontrar!
_Mas como assim?Não estamos aqui de verdade?É alguma das minhas imaginações?
Ele respondeu:
_não. Quando você voltar a si, olhe para o lado e verás que isso realmente aconteceu.
-como se chama?
_eu me chamo Gaspar, sou mensageiro de um povo distante, vou te encontrar.
Quando Ária acordou, tinha a seu lado um colar de perola com um camafeu com os dizeres:
“De Gaspar para Ária minha futura flor de lis. use no dia do nosso encontro.” 
Durante 10 anos, Ária usou o colar e num dia de domingo ela com seus irmãos viu um rapaz tocando uma flauta, lindo, forte, e perguntou o seu nome e ele disse:
_Gaspar!É você meu amor?
_sou eu querido!
Daquele dia em diante os dois nunca mais se desgrudaram e viveu um amor verdadeiro para vermos, o que as correntezas da vida e do destino nos levam ao eterno, ao divino, ao amor.
Autora: Aline fernanda de oliveira.

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